quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Mãe e filho morrem em trabalho de parto e voltam à vida momentos depois


SEM ACHAR UMA EXPLICAÇÃO MÉDICA, ESPECIALISTAS QUE ACOMPANHARAM O CASO SE DISSERAM DIANTE DE UM MILAGRE.

Tracy Hermanstorfer estava no hospital, se preparando para o trabalho de parto, quando começou a sentir-se sonolenta. Recostou-se na poltrona e, sem que os médicos conseguissem achar o motivo, perdeu todos os seus sinais vitais: o coração parou de bater, ela parou de respirar e não havia pressão sanguínea em seu corpo.
O marido, Mike, acompanhava todo o processo e ouviu dos médicos que o melhor naquele momento seria retirar o bebê através de uma cesariana. Mas, para sua segunda surpresa, Coltyn saiu da barriga de Tracy completamente sem sinal de vida. “Senti que tudo o que eu tinha nesse mundo estava sendo tirado de mim”, relata Mike. Mas a terceira surpresa do dia foi que, depois de alguns instantes, os pequenos bracinhos da criança começaram a se movimentar e ele, enfim, começou a respirar.
Uma equipe médica tratou de cuidar da criança recém-nascida enquanto outra ficou tentando reanimar Tracy, que estava sem batimentos cardíacos. Misteriosamente e sem nenhuma explicação, ela voltou à vida momentos depois. “Não dá pra explicar porque o coração dela parou de bater e, alguns minutos depois, voltou à vida. Fizemos uma investigação rigorosa e simplesmente não conseguimos entender o que aconteceu.”, explica Stephania Martin, médica especialista em medicina materno-fetal do Hospital Memorial Colorado Springs, nos Estados Unidos, em entrevista ao tablóide britânico Daily Mail. Ela era uma das médicas que estavam presentes na sala no momento do parto.
“Eu e minha mulher temos fé em Deus. Mas mesmo uma pessoa que não acredite em milagres não terá argumentos para contestar o que aconteceu. Não houve explicação, é a mão de Deus”, diz Mike. Hoje com o pequeno Coltyn em seus braços, Tracy diz não se lembrar de nada do que aconteceu. Ela apenas se recorda de ser tomada por um sono muito forte, de ter adormecido e, quando acordou, estava na sala de terapia intensive. Quando seu bebê crescer e tiver idade suficiente para entender o que acontece, ela pretende contar-lhe tudo. “Vou dizer que ele é meu milagre. E está aqui entre nós”, diz.

Pais&Filhos/Notícias cristãs

O dilema de um jovem.




“E eis que se aproximou dele um jovem, e lhe disse: Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna?” (Mt 19.16).

O texto de Mateus 19.16 a 22 relata-nos o diálogo de um jovem com Cristo. Este jovem, aparentemente, era uma pessoa de conduta exemplar, ao menos, deixou ele isso muito claro ao confirmar a sua estrita obediência à lei: “(...) tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade...” (v.20). A Bíblia não nos relata o seu nome, nem a sua origem, porém, nos dá uma informação fundamental em relação a sua pessoa: “(...) possuía muitas propriedades” (v.22). Ou seja, além de ser um “bom rapaz”, era também, rico.

Sem dúvida, este jovem tinha inteira consciência da sua obediência. Talvez, ele imaginasse que o seu estilo de vida já seria suficiente para alcançar a vida eterna. Ele pergunta: “Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna?”(16b). O Mestre responde: “(...) Se queres ser perfeito, vai, vendes tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me” (v.21). A resposta de Cristo “abalou” as estruturas do seu orgulho. Pensava ele que o fato de congregar, de ser um assíduo conhecedor e praticante da lei, era “tudo”. Mas não era! Não somos perfeitos! Não chegamos ainda no “auge” da nossa vida crista! Há muito caminho a percorrer. É necessário amar. Obediência sem amor é uma “obediência deficiente e anêmica”.

Quando aquele jovem se deu conta, já estava vivendo um terrível dilema:
trocar os tesouros terrenos pelos celestiais; deixar o conforto da sua luxuosa casa e de sua riqueza, para seguir um Mestre que não tinha onde reclinar a cabeça (Mt 8.20).
Ele não ouviu o que queria, mas o que precisava.

A conclusão que este rapaz chegou foi que não valeria a pena mudar de vida por amor a Cristo. A sua decisão, portanto, não poderia ter sido pior: “E o jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades” (v.22).

Será que você que agora está lendo este devocional, não se encontra em um dilema semelhante?

Não está você imaginando se vale mesmo a pena trocar aquele(a) namorado(a), [que aos poucos e rapidamente está lhe tirando dos caminhos do Senhor] por Jesus?

Ou se vale mesmo a pena trocar as diversões de domingo a noite pelo culto a Deus? Ou se vale mesmo a pena jogar fora as revistas pornográficas a fim de ter uma vida pura e de santificação diante de Cristo? Qual será o seu dilema? Qual será a sua decisão? Para quem e para que está direcionado o amor existente em seu coração?

Esteja disposto(a) a amar a Jesus. Quem o ama, não vive em dúvidas, pois tem em seu coração a inteira certeza de que, nada mais vale a pena nesta vida do que seguir a Jesus com amor.

***

Fonte: Missionário Jailton Sousa Silva

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Ah, se não fosse o Senhor!





José Lima



Este é um momento apropriado para refletirmos sobre alguns acontecimentos do ano que se encerra. E um dos textos sagrados que nos inspira nesta tarefa é o Salmo 124. Nele, Davi apresenta Deus como nosso protetor e libertador.

O ano foi marcado por uma gigantesca crise econômica. Todos os países foram afetados. Uma crise econômica dessa dimensão tem efeitos em todas as demais esferas da vida humana. Um enorme gigante que a humanidade teve de enfrentar.

Quando Davi escreveu o Salmo 124 também enfrentava uma grave crise em Israel. Um conflito internacional imenso estava à frente do povo de Deus. Os filisteus se levantaram com força para destruir Israel, varrê-lo do mapa. Eram inimigos mortais, sanguinários, impiedosos, prontos a moer seus adversários.

Outrora, Saul os havia imposto derrota humilhante. Todavia, a desobediência e o desvio espiritual daquele rei resultou em terrível derrota de Isarel, com a morte de Saul e de Jônatas, numa das revanches mais chocantes narradas no Antigo Testamento. Desde então os filisteus machucavam, humilhavam, pilhavam, castigavam, oprimiam os israelitas.

Foi nessa situação de iminente desintegração do povo de Deus que Davi foi convocado a restabelecer e restaurar Israel. Os filisteus souberam que Israel tinha Davi como rei. Lembraram-se da humilhante derrota que sofreram quando seu gigante foi destruído com uma pedrada na testa por aquele menino que agora era homem e rei. Era como um espinho atravessado na garganta. O ódio era visível nos rostos e nos músculos. Israel tinha que ser destruído definitivamente.

A impotência humana e a força de Deus

Davi tinha o exército mais treinado da época. O Antigo Testamento destaca os soldados israelitas dos demais. Eram extremamente habilidosos no manejo de armas e nas estratégias de guerra. Eram experientes e tinham no curriculo vitórias grandiosas contra seus adversários. Contudo, a Bíblia diz que Davi "não confiava em suas próprias forças".

Ciente da finitude humana, da impotência e da fragilidade dos homens em meio às situações graves da vida, Davi apresentou-se para a batalha decisiva. A postos no Vale de Baca, o maior rei de Israel viu o sanguinário adversário surgir no topo do monte rumo ao vale. Ele viu os filisteus avançando contra os israelitas como abelhas no mel, como gafanhotos nas folhagens, incontáveis e incontroláveis.

Davi viu que não teria a menor chance. E ao ver a iminente derrota, o rei se lembrou de tempos passados, quando em situações extremamente adversas o Senhor lhes dera a vitória sobrenaturalmente. Foi lembrando desses momentos gloriosos, que Davi expressou-se emocionado:
"Não fosse o Senhor, que esteve ao nosso lado, Israel que o diga; não fosse o Senhor, que esteve ao nosso lado, quando os homens se levantaram contra nós, e nos teriam engolido vivos, quando a sua ira se acendeu contra nós; as águas nos teriam submergido, e sobre a nossa alma teria passado a torrente; águas impetuosas teriam passado sobre a nossa alma". (124: 1-5)
Os filisteus chegaram bem perto, sacaram os arcos e as flechas. Mas o Senhor agiu com barulho, alarido e poder, e destruiu, mais uma vez, os inimigos de seu povo. Então Davi encheu o pulmão, abriu a boca e declarou:
"Bendito o Senhor, que não nos deu por presa aos dentes deles. Salvou-se a nossa alma, como um pássaro do laço dos passarinheiros; quebrou-se o laço, e nós nos vimos livres. O nosso socorro está em o nome do Senhor, criador do céu e da terra". (124:6-8)
Deus é nosso protetor e libertador

Quantas vezes você se viu em situações adversas? Quantas vezes se sentiu impotente, frágil, inseguro diante do problema gigante que se abateu sobre seu ministério, sua família, sua fé? Filisteus modernos e ferozes tentaram abocanhar, destruir sua vida?

Você sabe muito bem quem são esses gigantes. Pode ser o seu chefe, que nunca leva em conta suas falhas, que é incapaz de dialogar, que é sempre indisposto com você e com seu Deus. O filisteu pode ser o marido violento, o professor insensível, o pai alcoólatra, a mãe insensata, o filho viciado em drogas, o pastor carnal, o vizinho traficante, a falta de afeto e de compreensão.

Ah, nessas horas, nesses dias, se não fosse o Senhor... Você teria sido tragado vivo. Quando o monstro afiou os dentes e abriu a boca, o Senhor apareceu e destruiu o filisteu maligno, pois não há nada que possa abater você se o Senhor estiver ao seu lado como protetor.

Lembra-se quando vieram as cachoeiras, as corredeiras de problemas? Você teria sido afogado. Você teria ido ao encontro do abismo. Você teria despencado ladeira abaixo. As águas impetuosas teriam arrastado você. Você não teria a menor chance de chegar ao final do ano.

Lembra-se dos momentos das dívidas? Lembra-se daquela doença letal? Lembra-se quando foi deixado sozinho? A solidão iria corroer a sua alma. Quando todas essas coisas se ajuntaram contra você, não havia como escapar. Todavia, em meio ao grande turbilhão, em meio ao grande dilúvio, apareceu a poderosa mão do Senhor e o libertou. Ah, se não fosse o Senhor! Aleluia!

Salvou-se a nossa alma, como um pássaro do laço dos passarinheiros; quebrou-se o laço, e nós nos vimos livres. O nosso socorro está em o nome do Senhor, criador do céu e da terra.

Esteja certo de uma coisa: os gigantes e as torrentes virão em sua direção outra vez. Você só tem uma chance de vencê-los: tendo Jesus ao seu lado. Tenha Deus próximo, ou melhor, dentro de você, em comunhão constante, tendo-o como protetor, mentor, companheiro.

Para ter o Senhor sempre ao lado, busque coisas sérias e santas, projetos nos quais Deus possa participar com você. Procure atuar em áreas onde a paz e a justiça expressem o caráter de Deus. Faça coisas com as quais o Senhor se deixa associar.

Agindo assim, você verá que quando o monstro se aproximar, quando os abismos aguacentos chegarem, o Senhor aparecerá e mostrará que é maior que o chefe opressor, maior que o marido violento, maior que o professor insensível, maior que o pai alcoólatra, maior que a mãe insensata, maior que o filho viciado em drogas, maior que o pastor carnal, maior que o vizinho traficante, maior que a falta de afeto e de compreensão, pois o nosso socorro está em o nome do Senhor, criador do céu e da terra.

Amém!


***

Texto de autoria do pastor José Lima de Farias Filho e adaptado por Paulo Cesar Amaral para o blog

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

A REVOLUCIONÁRIA MENSAGEM DO NATAL


Quando nasce um filho de um astro da música, do esporte, ou mesmo de um líder político, há uma imensa propaganda de markenting nos meios comunicação. Revistas e paparazzos, ficam a espreita pela primeira foto do rebento. Os pais negociam com emissoras de TV e revistas, cachês para divulgar a primeira aparição do bebê, diante das câmaras ou das lentes dos fotógrafos. Mas, como foi o nascimento do Filho de Deus, do Homem Perfeito, do Emanuel (Deus conosco)?

Durante séculos, os profetas hebreus deram algumas pistas, como que o Messias, nasceria de uma mulher, conforme o livro de Gênesis, que esta mulher seria uma virgem, conforme o profeta Isaías, que a cidade do seu nascimento seria Belém da Judéia, conforme Miquéias. Quando Jesus nasceu, a maioria das pessoas não ficaram sabendo. O contexto do mundo na época do nascimento de Cristo, era interessante. No campo político, Roma, pelas armas, dava as cartas em grande parte do mundo civilizado de então, impondo seu direito romano.

Culturalmente havia uma influência fortíssima dos gregos, seja como língua do comércio (o inglês da época), ou na filosofia, nas artes, na matemática e na religião. Muitos personagens famosos da história, já tinha deixado suas marcas, nas mais diversas áreas, como: Confúcio, Buda, Sócrates, Platão, Aristóteles, Alexandre O Grande, Júlio César e Cleópatra. Os judeus depois de serem dominados pelos babilônios, persas, gregos (os selêucidas), e de terem tido um pequeno período de independência sob os Macabeus; já desde 63 A.C, eram província romana. O preposto de Roma, era o rei Herodes, um tirano, que por volta dos anos 7 a 4 A.C, estava nos seus últimos dias.

Depois do cativeiro babilônico, a idolatria foi deixada pelo povo de Israel. O foco do culto judaico passa a ser a Sinagoga, espalhadas pelo mundo grego-romano, apesar que ainda havia as celebrações e perigrinações ao templo em Jerusalém. É feita a primeira tradução das Escrituras, - a septuaginta, o V.T. traduzido para o grego. O Judaísmo passa a ter alguns partidos, como fariseus, saduceus e essênios. Os escribas, ganham certa proeminência entre o povo, e os partidários de Herodes, formam um grupo, chamado de herodianos. Nesse ambiente histórico, nasce Jesus, que conforme Paulo escrevendo aos Gálatas diz: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei”. Ao lembrar do Natal, penso que mais importante do que discutir sobre que data nasceu Jesus, se pode usar árvore de natal ou não, debater sobre o significado da estrela, dos presentes dos magos, é não esquecer a grande mensagem dos textos de Mateus e Lucas.

Os textos chamados natalinos são todos de natureza revolucionária e marginal.

José é maior que o machismo, e aceita sua mulher, sem poder explicar para ninguém a gravidez dela (isso se alguém tivesse descoberto), mas apenas aceita o testemunho de um anjo, e, ainda pior: num sonho. José torna-se marginal. Deflagra as chamas da revolução da dignidade.

Os magos do oriente chegam conforme a Ordem de Melquizedeque, pois, sem terem nada a ver com a genealogia de Abraão, seguem uma estrela que anda no interior deles, e, caminhando nessa simplicidade discernem aquilo que os teólogos de Jerusalém só sabiam como “estudo bíblico”. Os que tinham a Escritura (os escribas), não tinham a Revelação. E quem nada sabia da Escritura tinha sabido o necessário acerca do Verbo pela via da Revelação. Uns sabiam o endereço: “Em Belém da Judéia...”, mas não tinham a disposição de sair do lugar, estando amarrados à idéia de que conhecer o texto leva alguém a qualquer lugar. Já os que perguntavam (os magos), estavam no caminho, e são eles os que chegam onde Jesus estava. Eles dão testemunho do potencial revolucionário do Evangelho para qualquer alma da Terra. Esta é a revolução, conforme a Ordem de Melquizedeque.

A velha Isabel dá a luz um filho. Seu velho marido não pode nem contar a história, pois fica mudo. É a revolução dos estéreis e mudos.
O rei dos judeus não tem onde nascer! Esta é a subversão dos poderes!
Pastores distraídos são visitados por miríades de anjos, e eles representam os homens de boa vontade. É a marginalidade da Glória!
Nenhum dos sábios de Jerusalém discernem o Príncipe Eterno quando seus pais o levam ao templo para a circuncisão, mas apenas uma profetiza velha e um ancião sem significado religioso. A revelação não sabe os nomes dos sacerdotes!

Ou seja: a começar da Encarnação como Natal (nascimento), o Evangelho é para aqueles que não se esperava que fossem discerni-lo.

A Revelação é quase sempre marginal!
Os grandes atos de Deus não acontecem em Palácios, mas em choupanas e estrebarias. E a voz mais veemente do natal é a voz da virgem, da Maria simples, e que troveja a justiça de Deus sobre as nações. Ela é quem anuncia a grande subversão divina. E faz isto como um Cântico.

Deus não é oficial.
Abra seu coração e siga o Guia, conforme os magos. Seja generoso como José. Corajoso como Maria. Fértil como a estéril Isabel. Convicto como o mudo Zacarias. Alegre como aqueles que são acordados nos campos pela voz de anjos. Capaz de antever a salvação como esperança mesmo que você seja velho como Simeão e idoso como Ana.

Nas narrativas do Natal nas Escrituras não são as pessoas que vão a Deus, mas Deus que vai às pessoas.
O Natal acontece como afirmação de que em Jesus, Deus se reconciliou com os homens. Assim, não se sinta excluído, pois, eu sei, nestes dias, Deus enviará corais de vozes interiores, e nos ajudará a discernir o caminho interior da estrela, e nos fará contentes com a Graça de Hoje, e que será a esperança de amanhã, para nós e para todos os humanos.

UM FELIZ NATAL A TODOS!


sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Eu te conto, agora não conte pra ninguém, certo?




O que guarda a sua boca e a sua língua guarda a sua alma das angústias (Provérbios 21:23). Dessa mesma forma devemos guardar nossas línguas e deixar de participar nesse ato pecaminoso de fofoca. Se entregarmos nossos desejos naturais ao Senhor, Ele vai nos ajudar a permanecer retos. Deus recompensa o justo e o íntegro, então devemos nos esforçar para permanecer assim.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Parabéns Pr. Miranda!!!


A Igreja Assembléia de Deus em Assú parabeniza ao Pr. Miranda por mais uma ano de vida e de Ministério, esse homem de Deus verdadeiramente é uma benção nas nossas vidas, somos muito grato a Deus pela vinda do Pr. Miranda a esta cidade. O campo de Assú tem crescido muito, seja em espiritualidade como no crescimento da obra de Deus, foram cosntruidos em sua gestão até hoje 10 templos sem contar os que foram restaurados, esse homem de Deus vindo ali de Matinópolis - CE, tem se dedicado inteiramente a levar a mensagem do amor de Deus por onde anda, hoje haverá um culto de ação de graças pelo seu natalício, nós que fazemos parte da AD de Assú, desejamos que a Paz do Senhor venha continuar reinando na vida e ministério do nosso querido Pr. Miranda, Parabéns!!!


Allen Sarlo.

Pastor Miranda recebe título de cidadão



O pastor Francisco Cícero Miranda foi um dos três pastores da Assembleia de Deus no Rio Grande do Norte a receber o título de cidadão norte rio grandense.
A solenidade aconteceu hoje pela manhã na Assembleia Legislativa e a proposição da sessão solene foi do deputado Antônio Jácome.
Os outros dois pastores contemplados foram Edmar Rosa Gomes e Josenil Barbosa de Araújo.
Pastor Francisco Cícero Miranda é natural de Martinópolis (CE). Licenciado em Letras e bacharel em Teologia, tem contribuído na formação de crianças e adolescentes no RN. Já foi missionário em vários países e atualmente exerce suas atividades na cidade de Assú.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Aniversário do Pr. Miranda


Amanhã haverá um culto de ação de graças pelo aniversário do nosso Pr. Francisco Cicero de Miranda, amanhã ele completará 60 anos de Idade e 35 anos de vida ministerial, 60 pastores do estado estão sendo esperados para prestar homenagem ao nosso querido Pr. Miranda, que no culto de ceia fez um apelo convidando todos os irmãos do campo de Assú a estarem presente neste culto que será de agradecimento pelas grandes bençãos que Deus o concedeu durante todo esse tempo de vida.

ALLEN SARLO.

O Evangelho da Cruz



Por: Gutierres Siqueira
"É pela cruz, só pela cruz, que Cristo chega à vida, à ressurreição, à vitória? Esse é justamente o tema maravilhoso da Bíblia que assusta a tantos: que o único sinal visível de Deus no mundo seja a cruz. Cristo não é arrebatado gloriosamente da terra para o céu, seu destino é a cruz. E precisamente lá onde está a cruz está próxima a ressurreição. Onde todos ficam desconcertados diante de Deus, onde todos se desesperam com Deus, é exatamente lá que Deus está bem perto e Cristo está vivamente presente. Onde a decisão entre a fidelidade e deslealdade está por um fio, está Deus e está Cristo por inteiro. Onde o poder das trevas quer violentar a luz de Deus, é lá que Deus triunfa e julga as trevas. Assim será também com o dia que Cristo prevê para sua comunidade. Os discípulos perguntaram pelo sinal de seu retorno depois de sua morte. Não se trata de um retorno único, é um retorno eterno. O fim dos tempos da Bíblia é todo tempo, é todo dia entre a morte de Cristo e o juízo final. É com tanta seriedade, com tanta determinação, que o Novo Testamento encara a morte de Cristo.
[1]"(Dietrich Bonhoeffer)A centralidade da cruz no cristianismo é evidente. Jesus disse que “quem não toma a sua cruz e não segue após mim não é digno de mim”(Mt 10.38). O apóstolo Paulo escreveu: “Nós pregamos a Cristo crucificado” (I Co 1.23) e ainda o doutor do gentios pregava o evangelho para que “a cruz de Cristo se não faça vã” (I Co 1.17). Paulo relata que só poderia se gloriar “na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual o mundo está crucificado para mim e eu, para o mundo” (Gl 6.14). O apóstolo descreve, com lamentações, que há muitos “inimigos da cruz de Cristo” ( Fl 3.18) e descreve a paz vinda do sangue de Cristo derramado na cruz (Cl 1.20), e ainda em suas epístolas escreve que a salvação, mediante o concerto veterotestamentário, foi cravada na cruz (Cl 2.14).O autor aos Hebreus relata que há uma grande vitória na cruz de Cristo, pois “pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus”(Hb 12.2). O evangelho é desfrutado com suas aflições (II Tm 1.8), sendo que o discípulo “sofre como bom saldado de Jesus Cristo”(II Tm 2.3).Ser cristão é pregar a cruz, mas essa mensagem tem sido gradativamente abandonada nos púlpitos evangélicos. A temática da vez são pregações sobre vitória financeira, batalha espiritual para conquista de territórios, doutrina da prosperidade, confissão positiva, poder pelo poder chamado de reteté, adoração extravagante, avivamento extravagante etc.O sociólogo Ricardo Mariano, escrevendo academicamente sobre os neopentecostais, diz com muita sobriedade:Com o neopentecostalismo, portanto, a velha “mensagem da cruz”, discurso teológico que pregava o sofrimento terreno do cristão, caiu por terra e, sem qualquer compadecimento, foi sumariamente soterrada. Daí que, no cotidiano dos cultos e na vasta programação de rádio e TV dos neopentecostais, conhecer Jesus, ter um encontro com Ele e a Ele obedecer constituem, acima de tudo, meios infalíveis para o converso se dar bem nesta vida.
[2]As doutrinas centrais do cristianismo são sempre abandonadas em tempo de frieza espiritual. A teologia da cruz sumiu das homilias, pois sua mensagem não é de massagem para o ego. A depravação do homem é uma doutrina bíblica que a cada dia é esquecida, como se os únicos problemas do homem fossem dinheiro, crise sentimental ou “amarro” de entidades... Pecado foi substitutivo por “problemas”, onde todos podem ser resolvidos mediante “sacrifícios” de ofertas e dízimos. Mediante o que se ouve é necessário discernimento, como escreve o teólogo Erwin Lutzer:Os cristãos discernentes testarão os mestres, profetas e evangelistas pela clareza com que pregam o evangelho da cruz. E se o evangelho estiver torcido ou for ignorado, podemos estar bastante seguros de que estamos diante de um mestre que não deve ser seguido. Pois só a cruz, corretamente compreendida, pode nos levar à casa do Pai.
[3]A mensagem da cruz não é palpável para o homem e o cristão pós-moderno, pois hoje todos andam sob uma pressão de ser os melhores, os invencíveis, os super-crentes. Pessoas que precisam de tudo e desfrutar de todas as novidades e no contexto eclesiástico precisam de saúde plena e prosperidade batendo nas portas, pois é assim que sua espiritualidade é medida. Mas Jesus convida cada um para tomar sua cruz e segui-ló, pois antes de Sua ressurreição Ele padeceu, foi rejeitado e morto (Lc 9.22-23).A mensagem da cruz nunca foi uma mensagem agradável, pois para o judeu cruz era sinônimo de maldição, “porquanto o pendurado(no madeiro) é maldito de Deus” (cf. Dt 21.23) . Para os gregos adorar um Deus que foi morto como bandido, da pior espécie, só pode ser coisa de maluco (I Co 1. 18, 23). A cruz era motivo de zombaria dos primitivos perseguidores, mas como lembra o pastor inglês John Stott: “Entretanto, o que era odioso, até mesmo vergonhoso aos críticos de Cristo, aos olhos dos seus seguidores era muitíssimo glorioso”
[4].A igreja brasileira deve lembrar que Jesus Cristo não morreu na cruz para tornar crentes livres de infortúnios, mas sim, convida a cada uma carregar a sua cruz. Assim como os gregos que achavam loucura essa mensagem e os judeus que se escandalizavam, para muitos evangélicos de hoje, a mensagem da cruz é loucura, coisa de religioso. O problema para todos esses é que a mensagem da cruz é bíblica.
Referências Bibliográficas:
1- BONHOEFFER, Dietrich. Reflexões Sobre a Bíblia. São Paulo: Edições Loyola, 2008. p 28.2- MARIANO, Ricardo. Neopentecostais.
2 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2005. p 9.3- LUTZER, Erwin. Quem é Você Para Julgar? 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005. p 83.4- STOTT, John. A Cruz de Cristo. São Paulo: Editora Vida, 2006. p 21.


O SOCORRO NA ANGÚSTIA



Quero compartilhar com todos, uma mensagem que Deus pôs no meu coração, baseada no livro de Salmos capítulo 46, versículos 1 a 7:

"Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia; pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares; ainda que as águas rujam e se pertubem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza; há uma rio cujas correntes, alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo; Deus está no meio dela não será abalada. Deus a ajudará ao romper da manhã; os gentios se embraveceram, os reinos se embraveceram, os reinos se moveram, ele levantou a sua voz e a terra se derreteu; O Senhor dos Exercítos está conosco, o Deus de Jacó é nosso refúgio".

Qual é a sua segurança? Qual é o seu porto seguro? Vivemos em uma sociedade que é assaltada pelo medo, pela depressão, pelas incertezas das mais diversas. O salmista disse em outra ocasião: De onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a Terra. No livro de Isaías no capítulo 32, falando profeticamente sobre Jesus, diz que Ele seria um refúgio contra a tempestade. Se neste momento está passando uma "tempestade" ou "terremoto" sobre a sua vida, saiba o Senhor não te abandonou, se não fosse Ele, você já teria sido esmagado(a) pelas pressões da vida. A Bíblia não promete para ninguém, que não haverá aqui na terra problemas, dores, perdas. Não. Jesus diz no Evangelho de João: "No mundo tereis aflição, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo". E por isso, que o salmista diz que ainda que haja tsunamis (sejam eles literais ou existenciais), a mão de Deus não vai soltar a sua. Sabe por quê? Porque eu e você estamos gravados nas palmas das mãos de Deus, conforme Isaías 49: 15 e 16. Cada prego que Jesus recebeu na cruz, era como se Ele estivesse dizendo: "Eu amo você, e esse sacrifício é por tua causa".

Nele que é a nossa força e a nossa rocha.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

LIDERANDO COM UM CORAÇÃO SAUDÁVEL




Dawn Wohlfarth

Por Oswaldo Luiz Gomes Jacob

"O líder deve ter sempre um coração sincero, despido de quaisquer resquícios de hipocrisia e segundas intenções."

O coração é a sede dos sentimentos do homem. Salomão nos ensina que devemos prioritariamente guardar o coração porque dele procedem as saídas da vida (Provérbios 4.23). Jesus disse que do coração é que originam os maus desígnios (Mateus 15.19). Jeremias nos ensina que enganoso é o coração mais do que todas as coisas e desesperadamente corrupto (Jeremias 17.9,10). É impressionante a influência do coração nas decisões. Diz o Senhor que “a boca fala do que está cheio o coração”. Muitas vezes dizemos coisas ruins porque o nosso coração está doente. Como precisamos pedir ao Senhor que sonde, que examine o nosso fraco coração! Devemos ter a coragem do salmista de reconhecer nossas mazelas e pedir ao Senhor que nos perdoe e nos cure (Salmo 51).

O coração do líder deve ser saudável. Um coração centrado em Deus. Coração submisso e obediente. Manso e humilde. Sensível e encorajador. Misericordioso e amoroso. Ele deve ser firme nas decisões. Sensato nos relacionamentos. Que discerne bem no meio das circunstâncias difíceis. Um coração inclinado para os ensinos do Mestre. O líder deve ter sempre um coração sincero, despido de quaisquer resquícios de hipocrisia e segundas intenções. Porque, na verdade, temos esta tendência. Jesus condenou veementemente a hipocrisia dos líderes judaicos. Devemos ser sempre transparentes, não nos importando com as conseqüências. É mister que peçamos a Deus que nos guarde o coração das más influências.

Líderes como Sansão, Davi, Salomão e muitos outros reis de Israel não guardaram o seu coração. Foram contaminados pela sensualidade e pela idolatria. Erraram o alvo. Perderam o foco do Senhor e o brilho da sua liderança. Transformaram a comissão em omissão. Entristeceram o coração do Pai. Não deram testemunho do Senhor que os havia chamado com tanto amor. Foram, na verdade, ingratos. Não corresponderam às expectativas de Deus.

O nosso coração de líder deve ser como o de Abraão, que deixou a sua terra para a terra que Deus havia determinado e foi uma benção para as nações; como José, que preferiu ser preso a ceder para a sensualidade da esposa de Potifar e, assim, comprometer a sua fidelidade ao Senhor e o Seu plano; como Moisés que deixou os tesouros do Egito para servir ao Senhor na liderança do Seu povo; como o de Josué que levou o povo à terra prometida; como Neemias que recebeu de Deus a incumbência de reconstruir os muros de Jerusalém e o fez em 52 dias; e como o de Paulo que recebeu a ordem de Jesus de levar o Seu evangelho de Jerusalém (oriente) a Roma (ocidente). Cumpriram a missão com inteireza de coração. Coragem, determinação, amor e fé.

A igreja precisa urgentemente de líderes absolutamente comprometidos com o Reino de Deus. Homens e mulheres que queiram, em Cristo, gastar suas vidas na proclamação do evangelho da graça. Que usem a sua profissão para testemunhar a sua fé em Cristo. Líderes santos que invistam suas vidas no treinamento de outras pessoas. Que sejam ornamentos na igreja, treinando pessoas para serem semelhantes a Jesus.

O nosso coração deve estar no centro da vontade de Deus. Que a nossa missão principal seja a de falar de Cristo às pessoas, sem preconceito, agindo com um coração acolhedor. Lideres cuja missão seja libertadora, impactante e encorajadora. O foco do coração do líder é o Senhor. O mesmo Senhor tem prazer na obediência do Seu servo.

O Reino de Deus necessita de homens e mulheres cujo coração seja totalmente do Senhor. “Porque, quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele” (2 Crônicas 16.9).


Fonte: Comunidade Guerra Espiritual (Orkut) / Lidiomar Trazini, Eliseu Antonio Gomes

A IGREJA DE SALOMÃO E DE LAODICÉIA



O rei Salomão tinha sabedoria dada por Deus, era herdeiro de um dos heróis da fé – Davi; embelezou a cidade de Jerusalém, recebia visitas ilustres que viam de longe para conhecê-lo, construiu um templo magnífico, Deus chegou a se manifestar nele. Mas, ao mesmo tempo, o rei Salomão ia construindo palácios belíssimos para si mesmo, enquanto formava um enorme harém de mulheres e cobrava impostos pesados ao povão. Resultado: a vaidade tomou conta de sua vida, ficou insensível a necessidade do povo, e por fim estava levando sacrifícios para os deuses de suas mulheres. Trazendo para o nosso tempo, fico observando, nossos templos, antes modestos, hoje se transformando em um misto de catedral e shopping center. Pelo visto, dinheiro, não é problema em muitos lugares, pois os pastores andam em carros de luxo, compram aviões, são donos de canais de televisão, ou alugam a preços de ouro horários em grandes emissoras de TV aberta. Tem momentos que, parece que existem duas igrejas. Uma composta pelos membros e obreiros de “baixo clero” (expressão vinda do Congresso Nacional) e outra composta pelos seus líderes maiores, e outra composta pelos de “alto clero”, apóstolos, bispos e pastores-presidentes de grandes ministérios. No baixo clero, também pode ser contado os presidentes de igrejas e ministérios menores. Na primeira, estão pessoas que vão à escola dominical, com suas revistas, participam dos cultos, juntamente com suas famílias, trazendo suas Bíblias e hinário da denominação (um item em extinção). Esses membros e obreiros, são a massa de pessoas que compõe a igreja/denominação, seguindo seus usos e costumes, liturgia de culto, contribuindo financeiramente com os dízimos e ofertas e obedecendo seus pastores e líderes. Muitas dessas pessoas, não fazem idéia do que rola nos bastidores institucionais. Existem muitas denúncias, envolvendo assuntos graves circulando por aí. A gente não sabe se é ou não verdade, mas merecem que sejam apuradas para ver se há ou não veracidade. Como por exemplo: compras de igrejas e ministérios inteiros, pastores com padrão de vida milionário, negociatas escandalosas com políticos, pastores que fazem parte da maçonaria, gastos exorbitantes com política eclesiástica, entre outras coisas. Algum pode perguntar: Mas se a igreja está crescendo é porque é de Deus! E de fato, as igrejas evangélicas estão crescendo mesmo e como nunca! Mas é momento de vermos se esse crescimento significa conversão ou simples adesismo.

A igreja evangélica brasileira está doente. Uma situação paradoxal, pois, ela cresce e nunca teve tanto poder político, midiático e financeiro como agora. Porém, assim como a igreja de Laodicéia, está pobre, nu e cega do ponto de vista espiritual. Mas alguém diria: Que exagero! Nós temos rádios, canais de televisão, representantes políticos, construímos grandes e lindas catedrais. Quem já leu o livro “O Bispo”, a biografia de Edir Macedo, vê que o padrão estabelecido hoje como um líder religioso de sucesso é o do manda-chuva da IURD. Nesse livro, se vê Macedo como um líder denominacional, que comanda não uma igreja, mas sim uma grande empresa multinacional. Ele é o modelo de líder de sucesso. Aviões particulares caros, motoristas, seguranças, mansões, como a da cidade de São José dos Campos (SP) mostrada na Revista Veja no ano de 2007. Isto se estabeleceu de tal modo, que o sonho de muitos pastores é ser Bispo, Apóstolo, Pastor-Presidente e andar acompanhado de vários seguranças. Nos últimos anos, o tom das denúncias contra as lideranças evangélicas, vem subindo de forma assustadora com acusações fortíssimas, como: aquisição de imóveis luxuosos em outros países, casamento de fachada, casos extra-conjugais, lavagem de dinheiro, líder que manda bater e até matar quem vê como rival. A verdade é que os católicos tem um papa no mundo, mas os evangélicos tem vários papas e candidatos a papa. Por falar em papa, conta-se que o papa Inocêncio IV mandou chamar S. Tomás de Aquino para lhe mostrar todos os tesouros da igreja romana. Após a exposição de sua riqueza, disse-lhe o papa: “Já não podemos dizer como o apóstolo Pedro que não temos ouro e nem prata” ao que lhe replicou o teólogo: “Também já não podemos ordenar ao paralítico para que se levante e ande”. De vez em quando ouço alguém perguntar: O que Jesus diria hoje, com respeito a situação da igreja? Esta pergunta está respondida no livro do Apocalipse, e só olhar o que Ele diz no Apocalipse ao se referir às igrejas da Ásia que foram repreendidas: “Estou a ponto de vomitar-te da boca”, “Tirarei o seu castiçal do lugar, caso não voltes ao primeiro amor”, Combaterei os que assim procedem, com a espada da minha boca“.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O QUE LEVA UM HOMEM A PEDIR A JESUS QUE ABENÇOE O DINHEIRO DA CORRUPÇÃO?




Ora, a mesma coisa que levou os “cristãos” do Império Romano a agradecerem a Deus pela vida de Constantino, apesar das mortes e maldades do Império...

O que leva um cristão a isso é:

1. Falta de temor de Deus... Total.

2. Um forte complexo de inferioridade [do qual os “evangélicos” sofrem desde sempre... e por que não dizer: o Cristianismo como um todo...] e que sempre faz com que o “crente” se sinta honrado diante do Poder, de qualquer poder do qual antes eles estivesse alijado...

3. A certeza, aprendida nas políticas nefastas da “igreja” [...] e que é quase sempre mais “danada” do que a da política secular; visto que faça todas as suas maldades com oração antes e depois...

4. Porque a “oração” é magia para a maioria dos “crentes”, que, orando em nome de Jesus pensam que até o diabo vira anjo...

5. O auto-engano inicial de que o dinheiro nas mãos deles será melhor do que na mão dos outros, pois, nas mãos deles, uma parte vira “oferta” ou “dízimo” [...], e, assim, segundo eles, está “santificado”...

6. A ganância sórdida que se instala no coração de todo crente na política, e que lá tenha entrado pelas motivações do poder, da soberba e da vaidade...

7. A “inveja dos malfeitores”, os quais fazem tudo [...] enquanto os “crentes” se cansam de olhar...

8. Um sentimento de que como não estejam adulterando contra a esposa [...], tudo mais o sangue de Jesus perdoa...

9. A obsessão constantiniana de tomar o “império”, de “reinar em soberania sobre a nação”... É o tal do espírito “sara a nossa terra” [...] — que é todo baseado nisso...

10. A impunidade... Sim, pela impunidade nasce o cinismo; e, pelo cinismo, brota o descaramento que julga que Deus se associa à iniqüidade que se transforme em algum “bem” para o que eles chamam de “reino dos crentes”, já que de Deus é que não é...

Uma vez um Governador crente me disse que havia “tomado” mais de cinco milhões de reais [mensais] do Presente da Assembléia Legislativa, pois, nas mãos do “outro” era corrupção, mas o mesmo dinheiro nas mãos dele seria uma benção para os “pastores”...

É essa mentalidade garotinha e safada que faz tudo isso virar o que isso mostra ser todos os dias...


Fonte: www.caiofabio.com.br, Cristianismo Radical

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Ti adorar Senhor é o meu prazer!



Ti adorar Senhor é o meu prazer!

"Naquele dia, foi que Davi encarregou, pela primeira vez, a Asafe e a seus irmãos de celebrarem com hinos o SENHOR. Rendei graças ao SENHOR, invocai o seu nome, fazei conhecidos, entre os povos, os seus feitos.

Cantai-lhe, cantai-lhe salmos; narrai todas as suas maravilhas.

Gloriai-vos no seu santo nome; alegre-se o coração dos que buscam o SENHOR.

Buscai o SENHOR e o seu poder, buscai perpetuamente a sua presença.

Lembrai-vos das maravilhas que fez, dos seus prodígios e dos juízos dos seus lábios, vós, descendentes de Israel, seu servo, vós, filhos de Jacó, seus escolhidos.

Ele é o SENHOR, nosso Deus; os seus juízos permeiam toda a terra.

Lembra-se perpetuamente da sua aliança, da palavra que empenhou para mil gerações; da aliança que fez com Abraão e do juramento que fez a Isaque; o qual confirmou a Jacó por decreto e a Israel, por aliança perpétua, dizendo: Dar-vos-ei a terra de Canaã como quinhão da vossa herança. Então, eram eles em pequeno número, pouquíssimos e forasteiros nela; andavam de nação em nação, de um reino para um povo.

A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por amor deles, repreendeu a reis, dizendo: Não toqueis nos meus ungidos, nem maltrateis os meus profetas.

Cantai ao SENHOR, todas as terras; proclamai a sua salvação, dia após dia.

Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos, as suas maravilhas, porque grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado, temível mais do que todos os deuses.

Porque todos os deuses dos povos são ídolos; o SENHOR, porém, fez os céus.

Glória e majestade estão diante dele, força e formosura, no seu santuário.

Tributai ao SENHOR, ó famílias dos povos, tributai ao SENHOR glória e força.

Tributai ao SENHOR a glória devida ao seu nome; trazei oferendas e entrai nos seus átrios; adorai o SENHOR na beleza da sua santidade.

Tremei diante dele, todas as terras, pois ele firmou o mundo para que não se abale.

Alegrem-se os céus, e a terra exulte; diga-se entre as nações: Reina o SENHOR.

Ruja o mar e a sua plenitude; folgue o campo e tudo o que nele há.

Regozijem-se as árvores do bosque na presença do SENHOR, porque vem a julgar a terra.

Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom; porque a sua misericórdia dura para sempre. E dizei: Salva-nos, ó Deus da nossa salvação, ajunta-nos e livra-nos das nações, para que rendamos graças ao teu santo nome e nos gloriemos no teu louvor.

Bendito seja o SENHOR, Deus de Israel, desde a eternidade até a eternidade.

E todo o povo disse: Amém! E louvou ao SENHOR". (1 Crônicas 16.7-36)
Adorar é uma prática universal, pois é necessidade humana procurar transcender a sua existência terrena, buscando sentido para sua vida.

Todos os seres humanos, em algum momento de suas vidas, sentem essa necessidade, anseiam por um contato com o sobrenatural, um contato com Deus. Para os cristãos, toda adoração deve ser dirigida exclusivamente a Deus. O mais é idolatria.

A adoração deve ser feita com sinceridade e verdade, pois Deus não se impressiona com rituais, pois vê o coração — "Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade". (João 4.24)

Há várias formas de adoração. Adoramos no culto, quando juntos com o povo de Deus celebramos a bênção de ter Deus como Pai.

Adoramos no dia-a-dia, vivendo uma vida de gratidão e reconhecimento por sua bondade.

Adoramos na vida, quando procuramos desenvolver uma santidade que agrade a Deus, quando praticamos o que dele recebemos como instrução.

Adoramos em serviço aos irmãos, quando estendemos nossa solidariedade àqueles que sofrem.

A adoração apenas num templo, sem vida prática e sem serviço ao próximo, fica incompleta, vazia, como um sino que toca, sem nada anunciar.

Pense: Adorar a Deus e servir é a expressão máxima de vida cristã.

Fonte: www.blogdopcamaral.blogspot.com

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

QUANDO O MAL TRIUNFA


No ano passado, no auge da discussão em torno do caso do assassinato na menina Isabella Nardoni, a Revista Veja, edição nº 2055, trouxe em sua matéria de capa, uma abordagem filosófica, psicológica e histórica sobre as origens da perversidade humana. Vou transcrever parte texto da página 89: "Os brasileiros que se comoveram com o assassinato de Isabella Oliveira Nardoni acabaram de ser expostos a outra crônica de horrores: a empresária Sílvia Calabresi Lima, de Goiânia, torturava cotidianamente uma menina de 12 anos em sua área de serviço. Ao lado desses casos tenebrosos, outras barbaridades despontam no noticiário: a garota que pulou da janela do 4º andar para fugir do pai agressor, as crianças que ganharam bolo envenenado da vizinha, o bebê jogado no lago. Essa sucessão de fatos macabros traz a incômoda lembrança de uma constante da história humana: a maldade. O mal está presente em toda a parte. Na grande arena da política internacional pode-se divisá-lo no genocídio de Darfur, na repressão política em Cuba e no Tibete, no terrorismo da Al Quaeda e das Farc, na leniência do governo americano com práticas de tortura." A referida matéria, cita nomes da filósofia, da teologia e da ciência naturalista como Xenófanes, Agostinho, Maquiavel, Kant, Darwin, Nietzche, entre outros, para depois, no final da manchete dizer o seguinte:" A razão não explica tudo. Há uma dimensão monstruosa no ser humano que parece não fazer sentido. Diz o filósofo e teólogo Luiz Felipe Pondé"(pág. 94).Mas, se a razão não explica, o que as Escrituras nos falam sobre esta pergunta que não quer calar: "De onde vem o mal?"As Escrituras não tratam da questão metafísica do mal, mas apenas afirmam a sua existência. Tanto existe contra a Vontade de Deus, como também a cumpre contra o seu próprio intento. A primeira manifestação do mal nas Escrituras, acontece na forma de uma serpente que fala pelo mal personalizado e auto-consciente. Fala pelo Mau como pessoa não-humana. Nas Escrituras o "mau" tem poder sobre o mundo. Sobre os líderes. Sobre o fluxo de dinheiro. Ele é chamado de "Príncipe deste mundo" ou "deus deste século". Nas Escrituras o "mau" em está em liberdade e, ao mesmo tempo, contido. Está solto e preso. Pode e não pode. Faz ou é proibido de fazer. Fere, mas tem que ter permissão. Não mata sem consentimento. Quando Jesus, através de parábolas, anunciou mistérios guardados desde a fundação do mundo, ao contar um desses mistérios mediante a Parábola do Joio e do Trigo. Jesus disse que, a razão da semente que Deus plantara no mundo ter sido boa, embora no curso da História as coisas tenham si tornado ambíguas, tinha a ver com o fato de que, durante o sono humano ("enquanto os homens dormiam..."), um inimigo haver semeado o joio do Campo do Trigo, que é o mundo original. E concluí que os filhos do reino terão que conviver com o disfarce do Joio até o fim...A simplicidade dessas palavras carrega as respostas às questões mais frequentes dos homens. Sim! Porque o que mais se ouve é: "Por que Deus criaria algo tão ambíguo? ou Por que Deus permite que o poder da ambiguidade domine a História Humana?". Além disso, pergunta-se também de onde vem essa semente do mal que existe entre os homens.Ora, da simplicidade da mente de Jesus, o que nos vem como resposta é que a semente original era boa; que o diabo semeou a semente do mal entre os homens; que há homens-trigo e homens-joio; que a introdução do joio aconteceu durante a Inconsciência Humana (o sono); que o poder do joio está na imagem, na aparência; e que o Amor de Deus não delega a tarefa de separação de ambos para ninguém, pois é uma tarefa divina. Para Ele, a perversidade de milhões de joios não justifica o equívoco da eliminação de nenhum trigo. Pois, Deus ama o trigo mais do odeia o estelionato praticado pelo joio. A Revista Veja, diz no seu título, que o mal triunfa, mas a Bíblia, mostra o contrário. Vemos muita coisa ruim estar acontecendo no mundo, entretanto, a esperança dos cristãos não está vinculada aos avanços da ciência ou aos estudos sociológicos e filosóficos. Não, a nossa esperança reside na Palavra de Deus, onde o bem vencerá no final, onde o Reino de Deus que hoje está sendo implantado nos corações de muitos, como uma semente de mostarda, que não se mostra grande no início, mas depois forma uma grande árvore. Por isso Jesus, nos ensina a orar na "oração do Pai e Nosso", dizendo: "Livra-nos do mal e venha o teu reino".


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Superacelerador de partículas volta a funcionar


Genebra - O Grande Colisor de Hádrons (LHC, em inglês), o superacelerador de partículas desenvolvido pela Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern), está novamente operacional, e a expectativa é que, em questão de semanas, sejam superados novos períodos-chave para chegar ao ponto alto do experimento, no início de 2010. Quando isso acontecer, espera-se que o LHC produza centenas de milhões de choques frontais de partículas a uma velocidade próxima à da luz, um momento crucial no qual a ciência fará uma viagem rumo ao desconhecido. No entanto, para chegar a essa fase decisiva, os cientistas que trabalham no acelerador ainda terão que superar vários desafios nas próximas semanas e, principalmente, garantir que não aconteçam mais problemas técnicos, como o que há 14 meses causou uma grave avaria, apenas nove dias após o início do experimento. Sobre isso, o diretor dos aceleradores do CERN, Steve Myers, se mostrou confiante ao afirmar que "o LHC é uma máquina muito melhor de entender do que era há um ano" e que, desde então, sua equipe "aprendeu dessa experiência e desenvolveu a tecnologia que nos permite seguir adiante". Esta grande invenção, considerada uma façanha da ciência, custou cerca de 4 bilhões de euros e sua construção significará 12 anos de trabalho e a colaboração de 7 mil cientistas.Espera-se que o primeiro teste bem-sucedido da sexta-feira à noite signifique um ponto de partida, desta vez sem interrupções, até o ponto alto do experimento. Assim, o primeiro passo consistiu no lançamento de um feixe de prótons no sentido horário e que deu uma volta completa pelo túnel do acelerador, de 27 quilômetros de comprimento e situado a 100 metros de profundidade sob a fronteira entre Suíça e França. Embora satisfeito, porque é um marco que mostra que se está no caminho certo, o diretor-geral do Cern, Rolf Heuer, reconheceu que "ainda resta um trecho a percorrer antes que a física comece". A retomada do funcionamento do LHC aconteceu em meados do ano e, desde então, foi avançando gradualmente. A primeira coisa foi chegar à temperatura de -271 graus Celsius, necessária para que o acelerador esteja operacional, o que foi conseguido em 8 de outubro.No dia 23 daquele mês, foram inseridas as partículas, mas estas não circularam, e, em 7 de novembro, foram colocadas em movimento por trechos.Em dentro de uma semana, aproximadamente, deve acontecer o próximo passo fundamental: colisões a baixa velocidade de feixes de prótons que circularão em direções opostas, um teste que trará dados que permitirão aos cientistas calibrar seus trabalhos posteriores. Esse momento será muito significativo, já que, até agora, todas as informações registradas pelos detectores provêm de raios cósmicos, explicou o Cern. A análise da informação e os ajustes necessários continuarão durante mais algumas semanas, até chegar o momento de utilizar uma alta energia e se preparar, assim, para colisões a 7 TeV (teraelétron-Volts) - 3,5 TeV por feixe - no próximo ano. Quando o LHC funcionar a pleno rendimento, serão recriados os instantes posteriores ao Big Bang, o que dará informações-chave sobre a formação do universo e confirmará ou rebaterá a teoria padrão da física, baseada no bosón de Higgs. A existência dessa partícula, que deve seu nome ao cientista que há 30 anos previu sua realidade, é considerada indispensável para explicar por que as partículas elementares têm massa e por que as massas são tão diferentes entre elas.

EFE/Notícias Cristãs

sábado, 21 de novembro de 2009

"Deus tarda, mas não falha"?


É interessante como os ditados populares fazem parte da nossa cultura e expressam o que o povo pensa, pois, como muitos creem, "a voz do povo é a voz de Deus". Apesar de existirem alguns ditados verdadeiros, "nem tudo o que reluz é ouro"!
Um dos ditados populares a respeito de Deus diz: "Deus tarda, mas não falha". Há, inclusive, uma música intitulada "Quando Deus se cala", do grupo Voz da Verdade, o qual, como tem acontecido há um bom tempo, tem distorcido as verdades bíblicas. No trecho final, a letra diz: "Quando Deus se cala, tenha fé ó meu irmão/ Ele tarda, mas não falha, Ele vem com a solução"
Será que isso representa mesmo uma verdade? Vejamos:

"O Senhor não demora a fazer o que prometeu, como alguns pensam..." (2 Pedro 3.9)
Comparando o ditado popular com o que diz a Palavra de Deus, vemos que a ideia de que Deus "tarda" é fruto da visão superficial e imediatista do ser humano. O certo seria dizer: "Deus não tarda e não falha"!
É muito importante analisarmos o que a "voz do povo" diz. Sem a luz da palavra de Deus, estamos sujeitos a todo tipo de pensamento errado e que não agrada a Deus.
Mas o pior de tudo é quando temos a palavra de Deus nas mãos e não fazemos uso dela [isso é a maior tristeza]. Sem ela, corremos o risco de dar crédito àquilo que não é verdade. Por isso, sejamos estudantes da Bíblia!

Fonte: Esboçando Ideias, ASSEM-BEREIA DE DEUS

O DOM E A SABEDORIA





Uma sábia e conhecida história árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar alguém para que interpretasse seu sonho:


- Que desgraça, senhor! - exclamou o sábio.


- Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.


- Mas que insolente - gritou o sultão, enfurecido


- Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!


Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou que trouxessem outro sábio e lhe contou sobre o sonho.Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:


- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes. A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo sábio. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:


- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.


- Lembra-te meu amigo - respondeu o sábio - que tudo depende da maneira de dizer...


Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, o fortalecimento ou destruição do casamento, a paz ou a guerra.


Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.


A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade. A embalagem, nesse caso, é a indulgência, o carinho, a compreensão e, acima de tudo, a vontade sincera de ajudar a pessoa a quem nos dirigimos.


Ademais, será sábio de nossa parte, se antes de dizer aos outros o que julgamos ser uma verdade, dizê-la a nós mesmos diante do espelho.


E, conforme seja a nossa reação, podemos seguir em frente ou deixar de lado o nosso intento. Importante mesmo, é ter sempre em mente que o que fará diferença é a maneira de dizer as coisas.


"Porque melhor é a sabedoria do que as jóias; e de tudo o que se deseja nada se pode comparar com ela" - Provérbios. 8.11.


Lidiomar Trazini / Comunidade Dons Espirituais - Eliseu Antonio Gomes

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Muito melhor do que palavras




Certo homem havia perdido três filhos, vítimas de acidente, e descreveu dois exemplos de conforto que recebera durante os momentos de pior tristeza: "Alguém me falou sobre o cuidado de Deus, sobre a razão de aquilo ter acontecido e sobre a esperança depois da morte. Falava constantemente, dizendo coisas que eu sabia serem verdade. Nada, porém, me tocou. Eu desejava apenas que ele fosse embora. E, finalmente, ele se foi."

"Outro homem chegou e sentou-se ao meu lado. Ele também perdera um filho recentemente. Não falou nada, não perguntou nada. Apenas sentou-se ao meu lado por mais de uma hora, ouvindo quando eu dizia alguma coisa e dando respostas curtas. Depois fez uma oração simples e foi embora. Fui tocado. Senti-me confortado. Detestei vê-lo ir embora."

Geralmente, quando encontramos pessoas desoladas ou vivendo sob a carga de algum sofrimento, nos ocorre a necessidade de preencher o desconforto da situação com palavras. Talvez pelo receio de, se não dissermos algo, o estado delas vir a piorar. Por outro lado, podem ocorrer situações que nos forcem a evitar uma aproximação, tão somente porque não sabemos o que dizer.

De qualquer modo, mais cedo ou mais tarde, qualquer um de nós pode enfrentar essas situações.

Penso no caso de Jó, cujas perdas pessoais e familiares foram terríveis: perdeu riqueza, prestígio, saúde e todos os filhos. Só lhe sobrou um pouco de dignidade pessoal, que ele guardava consigo, e um simples caco de telha para se coçar.

A esposa, cheia de rancor, lhe deu um conselho absolutamente desesperado: "Amaldiçoa a Deus e morre!". Podemos até mesmo concordar que ela deveria ter ficado calada. Mas como calar diante de tanta tragédia? Esse caso era, definitivamente, o de alguém que não sabia o que dizer.

Depois vieram os amigos. E que amigos! Vieram de longe para consolar o desventurado Jó. Disseram tudo o que quiseram: ministraram lições de teologia, conversaram sobre noções de justiça e direito, defenderam Deus, mas, sobretudo, acusaram Jó de estar sofrendo o que merecia. Esse era o caso de pessoas que diziam o que não sabiam.

Em sua tristeza, Jó almejava pelo apoio silencioso dos amigos. Ele até clamou: "Oxalá vos calásseis de todo, que isso seria a vossa sabedoria" (Jó 13.5). Mas tudo o que eles falavam tinha o condão de desanimá-lo cada vez mais. Era o "empurrãozinho" de que precisava o sofrimento para ser completo.

Ainda hoje, há muitos "amigos de Jó" de plantão. Se acontece alguma tragédia com alguém, logo se perguntam o que teria favorecido tal situação, para em seguida arriscarem vereditos como se fossem verdades proféticas. E o resultado é sempre negativo e dolorosamente constrangedor.

Porém, na maioria das vezes, tudo o que a pessoa sofredora precisa é de uma presença amiga que não julgue, de um ombro amigo que deixe chorar. Quando você não souber o que dizer, apenas ore. Na maioria dos momentos de grande dor as palavras pouco representam. A não ser que Deus fale diretamente dentro da situação e traga o Seu conforto de um modo que só a Ele compete.

Desse modo, na próxima vez em que estiver com pessoas que estão enfrentando o sofrimento, deixe que a sua presença seja o conforto. Talvez seja a sua presença tudo de que precisa o Espírito Santo Consolador para trazer conforto aos quebrantados de coração e aos esmagados pela dor. Isso é, com certeza, muito melhor do que palavras.

Samuel Câmara - Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe
Confira os artigos do Pastor Samuel Câmara, todas as semanas no jornal "O Liberal" - http://www.oliberal.com.br/

Festa do dia das bruxas na igreja?


Agora: Além do dia errado (deviam estar ocupados comemorando a reforma no dia 31/10, risos.) ...


O nome "Ralô in" é forte! Foi para o ralo mesmo!



***
No Pavablog#

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Assembleia de Deus é proibida de realizar cultos às sextas-feiras





Haik Hovsepian, pastor martirizado em 199.


IRÃ (3º) - A maior igreja no Irã, que realiza cultos abertos e públicos no país, não poderá abrir a igreja às sextas-feiras, por causa da pressão do governo.

De acordo com relatos, as autoridades ameaçaram o pastor Sourik, líder e administrador das igrejas Assembleia de Deus no Irã, dizendo que iriam fechar definitivamente a congregação central em Teerã, a menos que ele parasse de cultuar às sextas-feiras, com o prazo máximo do dia 31 de outubro.

Sourik, que havia resistido às exigências das autoridades, finalmente anunciou que não haveria mais cultos às sextas-feiras, mas somente aos domingos.

“O anúncio do término dos cultos de sextas-feiras foi recebido com comoção e surpresa, e provocou muita tristeza na congregação”, divulgou a rede de notícias cristã farsi.

De acordo com informações, Sourik obedeceu as ordens para garantir a segurança e o bem-estar dos membros e visitantes que frequentam os cultos. O pastor, que tem problemas cardíacos, foi muito pressionado pelos oficiais do Ministério de Informação para que fechasse a igreja às sextas-feiras, que é, oficialmente, o dia sagrado no Irã.

Recentemente, o pastor também recebeu ameaças da milícia Pasdaran (Os Guardas Revolucionários), que deram um ultimato de que, se os cultos de sexta não fossem encerrados até 31 de outubro, a própria milícia fecharia a igreja.

Alguns cristãos que souberam da notícia temem que essa ação seja o início de uma campanha contra reuniões cristãs. A maior parte do cristãos no país cultuam em igrejas domésticas, mas a igreja Assembleia de Deus em Teerã é uma das poucas que realiza cultos públicos.

“Acredito que a principal razão pela qual eles proibiram esses cultos é para enviar uma forte mensagem para os cristãos dentro e fora do Irã, de que o cristianismo não será tolerado”, comentou um informante para a agência International Christian Concern (ICC). “O principal propósito de tudo isso é a intimidação.”

Até agora, os oficiais do governo não conseguiram fornecer explicações para essa proibição. Grupos de direitos humanos afirmam que são contra qualquer proibição de culto, seja às sextas-feiras ou não.

“Pedimos que o Irã respeite os direitos dos cristãos de praticarem sua religião livremente, sem a interferência do governo, ou ordem autoritária”, disse Aidan Clay, representante do ICC no Oriente Médio.

A Assembleia de Deus em Teerã é uma igreja independente, fundada por diversos pastores e líderes muito antes da revolução islâmica. A igreja continuou com seu ministério depois da revolução e muitos pastores foram martirizados por extremistas, incluindo alguns ligados ao regime.


Tradução: Missão Portas Abertas
Christian Post /Portas Abertas/Notícias Cristãs
Poderá também gostar de:
Muçulmana é proibida de usar 'burquini' na França
Cultura e costumes diferentes levam mogianas ao islamismo
Cristão fogem da Bósnia islamizada
Perseguição: Pastor é assassinado em frente à família
Extremistas islâmicos matam outro líder cristão na Somália

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O mito "Maia 2012" - Agora sim é o fim do mundo?





Alguns cristãos estão assustados quanto aos rumores sobre 2012 e os acontecimentos que ocorrerão naquele ano. Tudo isso porque, segundo o calendário maia (que é bem mais complexo e mais preciso que o gregoriano, utilizado pela nossa civilização ocidental), algo de muito grave se passará no solstício de inverno, em 21 de dezembro, de 2012.


Tão grave será o acontecimento que o mundo tal como o conhecemos desaparecerá. Isto não quer dizer que o mundo acabará; quer simplesmente dizer que um grande acontecimento transformará o mundo, que passaria por uma grande revolução a ponto de milhões de pessoas desaparecerem e uma nova era seria inaugurada após 21 de Dezembro de 2012.


Existe até um site que faz contagem regressiva para 2012, cujo cabeçalho cita "2012: Verdade ou Mentira? - Acreditar ou não acreditar? Você decide". Foi circulado até boatos de que Tom Cruise, o ator com um patrimônio de U$ 300 milhões de dólares, teria gastado U$ 10 milhões para construir um abrigo subterrâneo por conta dessa profecia maia. Há também o trailer do filme 2012, que está para ser lançado (veja aqui) e aborda sobre o assunto.

Ora, sabe-se atualmente que nesta data, durante o solstício, a Terra estará alinhada com o Sol e com o centro da nossa galáxia, Via Láctea. Sabe-se também que no centro da Galáxia existe um buraco negro supermassivo. Baseando-se em Einstein e em alguma informação astronômica, há quem diga que o alinhamento com este buraco negro supermassivo levará a uma mudança do campo magnético terrestre, que acontece periodicamente. Isso, segundo tais estudiosos, levará a tsunamis, vulcões, terremotos, etc.

Centenas de livros, filmes diversos, fóruns, blogs, sites e portais de todas as formas têm dado atenção ao assunto. Mas não queremos aqui dizer o que pregam os seguidores dessa profecia (até porque o assunto rende o bastante para se limitar a este blog), mas sim relatar os malefícios que ela pode trazer aos incautos.

Todo cristão sabe que a volta de Jesus é iminente. Todos sabem também que segundo Mateus 24.36 só Deus Pai sabe o exato momento do arrebatamento da Igreja. O que está acontecendo é que muitos acham que o fim do mundo ocorrerá justamente nessa data.


É comum desejar saber sobre o futuro. Os não crentes amam o horóscopo para saber o que acontecerá durante o dia. Já os crentes se fascinam pela Escatologia, que prende a atenção de quem estuda a doutrina das últimas coisas. Mas, e quanto ao fim dos tempos, quando será? Nós nem sabemos (Mt 24.36, já citado), nem nos compete saber (At 1.7). Muitos religiosos já marcaram uma data para o retorno de Cristo e/ou fim do mundo, mas fracassaram nas suas tentativas (para citar, Testemunhas de Jeová, Adventistas, o "bug do milênio" e, mais recentemente, Valnice Milhomens). A questão é? E a profecia maia? Será mesmo que o fim do mundo se dará em 21 de dezembro de 2012?


A resposta é: não. Por quê? Em rápidos argumentos: primeiro, a terra não passará pelas destruições que estão sendo vaticinadas enquanto a Igreja estiver por aqui (basta estudar as profecias apocalípticas para entender). Depois que a Bíblia não cita nada sobre isso e, repito, ninguém (nem mesmo os maias, que viveram em tempos longínquos) sabe. Então por que todo esse desvario em relação ao mito Maia 2012? Pelo simples fato de ser a "profecia da vez". Ou alguém acredita nas velhas profecias?


Eu tenho visto muita gente preocupada com o Apocalipse. Alguns têm medo do Anticristo. Outros não querem estar vivos para o dia do arrebatamento. Tem aqueles que são "intérpretes" do Apocalipse (inclusive dizendo que o Papa é a Besta e Obama o Anticristo, uma vez que Saddam Hussein e Hitler já morreram). E, por fim, há ainda os que desdenham da Bíblia para acreditar na tal profecia maia.


Dando ênfase ao mito 2012 e levando-o em consideração, não adiantaria viver uma vida de renúncia e sacrifício se Deus definisse, no nosso calendário, o dia fixo para o fim dos tempos. Muitos viveriam ao léu, esperando a aproximação do retorno do Mestre para firmar o pacto com o Senhor. Mas é certo que o volta de Jesus está mais próxima do que nunca. Então, por que temer? Será que a Bíblia não é suficiente? Precisamos de profecias como as dos maias, da Valnice, de Nostradamus para saber quando será o fim? Não! Categoricamente, não!


E o que fazer e como agir? Independente do que os maias ou qualquer outro falem, vigiemos e oremos, pois não sabemos quando chegará o tempo (Mc 13.33). Confiemos no que a Bíblia diz. Os sinais estão aí, a volta triunfal de Cristo é iminente, não há tempo a perder. Em breve Jesus volta. Aos que não O tem como Senhor e Salvador, é tempo de firmar uma aliança com Ele e aproveitar a dispensação da graça!


Se Jesus virá em 2012 ou não é uma coisa que não nos compete. O que devemos fazer é, desde já, estarmos prontos para subir agora.

E você, está pronto?

http://kedsonni.blogspot.com

É possível pregar o Evangelho sem a apresentação da Lei?




Hermes C. Fernandes

Um casal de missionários foi enviado para uma tribo isolada, que não havia travado contatos com a civilização.

Passaram dois anos falando de Cristo àquela gente, porém, não houve o resultado esperado. Ninguém se converteu. Passaram a ter Jesus em grande estima, considerando-O um mestre, digno de ser reverenciado, e nada mais. Não logravam entender porque aqueles missionários insistiam em apresentá-Lo como Salvador dos homens.

Não fazia sentido dizer que Cristo morrera na Cruz para salvá-los. Salvá-los de quê? Do pecado, claro! Mas o que era pecado, senão um conceito completamente estranho àquela cultura?

Aquele casal acabou desistindo e voltou para sua pátria. Tempos depois, chegaram à conclusão de que o que lhes faltou foi ensinar as Escrituras desde o início. Como aqueles aldeões poderiam compreender a graça, se não sabiam o que era o pecado? Como entender o pecado, sem conhecer a Lei?

Conceitos como o pecado já estão enraizados em nossa cultura ocidental, mas no caso de uma tribo afastada da civilização, qualquer investida missionária teria que começar por explicar suas origens.

O casal de missionários resolveu partir para outra tribo e tentar algo diferente.

Desta vez, gastaram dois anos inteiros estudando o Antigo Testamento com os aldeões, sem falar absolutamente nada do Evangelho. Explicou-lhes a Criação, a Queda, a Promessa de um Salvador, a instituição da Lei, a constituição do reino de Israel, etc.

Chegou um momento em que todos estavam desesperados, por reconhecerem sua condição de pecadores perdidos, dignos da justa ira de Deus.

Marcaram então uma reunião especial em que apresentariam a solução para o problema que eles agora tinham com sua consciência (antes tranqüila, por não conhecerem a culpa proveniente do pecado).

Naquela noite, falaram-lhes sobre o nascimento de Jesus, Sua vida justa, Seus milagres e ensinamentos. Por fim, falaram-lhes da cruz.

Houve muitas lágrimas, arrependimento, e finalmente... conversões! As pessoas batiam no peito, gritando: Foi por mim! Foi amor a mim!

No outro dia, os missionários lhes falaram da ressurreição de Jesus. De repente, o choro deu lugar a uma grande festa. Todos sentiam, pela primeira vez, a alegria da salvação. Aprenderam que com a ressurreição, Deus estava demonstrando ter recebido o sacrifício de Seu Filho Unigênito por nós, e com isso, declarando-nos justos e santos.

Surpreendentemente, todos os aldeões se renderam a Cristo naquela noite, e se tornaram genuínos cristãos, cujos frutos ainda hoje atestam da autenticidade de sua conversão.

É claro que a igreja de Cristo deve ser porta-voz da graça de Deus. Mas como o mundo entenderá tal graça, sem antes estar plenamente ciente de sua condição diante de Deus?

Apesar de nossa civilização estar familiarizada com muitos conceitos advindos da teologia cristã, como o pecado, tais conceitos estão cada vez mais diluídos em superstições e paganismo. Temos que resgatá-los, e isso não será possível sem que retornemos às bases da nossa fé, as Escrituras Sagradas.

Um eventual abandono das Escrituras nos fará prezas fáceis de todo tipo de paganismo travestido de Evangelho.

Povo de Deus, não compre pacotes fechados! Atenda à orientação de Jesus: "Examinais as Escrituras, porque pensais ter nelas a vida eterna. São estas mesmas Escrituras que testificam de mim" (Jo.5:39).

***

Fonte: Hermes C. Fernandes, http://blogdopcamaral.blogspot.com

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

José Wantuil lançou seu 1º DVD na cidade de Caraúbas

Caraúbas recebeu gente de várias cidades, no último sábado à noite, em um culto festivo que marcou a gravação do primeiro DVD do cantor José Wantuil.

O pastor Martim Alves da Silva, presidente da Assembleia de Deus em Mossoró, fez a apresentação do DVD do cantor José Wantuil.

Cantores como o pernambucano Armando Filho e os mossoroenses Judá Ferreira e Joelma Souza foram os convidados para o evento.



Veja a reprodução de uma entrevista com o cantor José Wantuil. Em seguida, ele canta um hino em homenagem às mães.

As imagens são de Joaquim Marcelino, editor do programa "Vida Abundante", apresentado aos sábados, às 7 horas, na TV Ponta Negra, canal 3, de Natal.


NOTA: Esse vídeo foi veiculado no programa “Vida Abundante”, no mês de maio deste ano.





mais noticias no blog de Paulo Martins em Mossoró

José Saramago: quem é este "incircunciso filisteu"?







Já fora dito que “se o Diabo não existe tem alguém fazendo o seu papel e muito bem”. “'Deus da Bíblia é má pessoa', diz José Saramago”’, da France Presse, em Lisboa, 21/10/2009 - Folha de S. Paulo


Caso o escritor português fosse realmente ateu, certamente diria:

- Sou ateu, graças a Deus!

Ora, assim como tantos outros, as agressões ao Criador não refletem a real crença dos ditos ateus; são indicações claras de amargas frustrações. E por que atacar justamente a Bíblia, se ela não representa realidades?! É simples: o ateísmo tornou-se uma das mais célebres religiões do homem pós-moderno!

Lógico que, muito esperto, Saramago levantou a polêmica para estabelecer o marketing de seu livro. Essa foi também a notável estratégia percebida pelos católicos romanos, ao afirmaram ser uma “operação publicitária”.

É a primeira falha em seu caráter, uma vez que sua crítica tem alvo e lança para o interesse tão somente pessoal: "O escritor português José Saramago, prêmio Nobel de Literatura em 1998, voltou a criticar a Bíblia nesta quarta-feira, reavivando a polêmica levantada por seus comentários por ocasião do lançamento de seu novo livro, Caim".

Em segundo, ele tenta destacar a Bíblia como livro exclusivo e não inclusivo, o eu não corresponde à realidade exposta e experimentada por sua validação pela criatura, pois “… o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza…” (1 Ts 1.5).

Por certo, seu romance poderia ter outro personagem que não fosse bíblico, caso não houvesse tanta importância como ele tenta impingir. Estratégia de marketing?! Obvio! De português diríamos que ele se mostra bom professor, remetendo para “o aprendizado” lançado às ex-colônias que, no Brasil, sua atitude é identificada por malandragem. Sua súcia está acobertada pela fama.

Além de coexistir com o engano, ele quer enganar a quem?

Depois, é importante saber que as Sagradas Escrituras não constituem livro para o uso exclusivo de grupos, nação ou tão somente para contemplar a cultura judaico-cristã. A Bíblia retrata o Criador e a criatura e, portanto, toda a humanidade.


Ao contrário do que fez, a Bíblia deveria ser elogiada por sua independência editorial, ao produzir comentários abertos de pessoas que tiveram práticas condenáveis. Por outro lado, ela ainda tem fim pedagógico. Todos os erros registrados foram expostos e tiveram duras penas, dentro do conceito da causa-efeito, conforme estabelece a Lei da Ceifa, expressa na Bíblia: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará”. O plantar é facultativo, mas o colher é obrigatório. E isso vale para todos os humanos e não somente para o cristianismo, como ele pretende mostrar.

Se o Livro Sagrado fosse exclusivo, ressalvando as questões existenciais não resolvidas e que levaram Saramago a ser tão ácido e opositor ao Criador – literalmente um diabo –, o escritor teria razão. “Sou uma pessoa que gera anticorpos em muita gente, mas não ligo. Continuo fazendo meu trabalho”, diz.

Ocorre que o propósito da revelação bíblica é claro: não faça igual para não ser punido.

Também porque Deus não trata ninguém com exclusividade. Ele está dirigindo-se às suas criaturas, sem distinção e independente de aceitá-Lo ou não. Nisso para Ele não existe barreiras étnicas, fronteiras de nações, condições sócio-econômicas ou políticas.

E mais: a liberdade, da qual diz usufruir, emana da Graça divina, que estabeleceu o livre arbítrio ao homem (Gn 11.6): “Às vezes dizem que sou valente. Talvez seja valente porque hoje não há Inquisição. Se houvesse, talvez não teria escrito este livro. Me apóio na liberdade de expressão para poder escrever”.

Obs.: A Inquisição jamais pertencera à Igreja, senão ao catolicismo romano, e tampouco fora divina.

Por fim, podemos afirmar que a agradável e bela experiência que vem do entusiasmo (literalmente cheio de Deus) jamais poderia ser percebida por um tolo, pois a essência da vida não está na efêmera existência humana, mas na percepção real do Eterno. Os que não o sentirem hoje, sentirão o resultado da obstinação, conforme o próprio Livro Sagrado expressa.

As polêmicas do escritor português terão fim, porém o Altíssimo permanecerá. Outros néscios virão e da mesma forma passarão, mas a Verdade divina permanecerá para sempre (Is 40.8 e Mt 24.35).

Não tenha dúvida!


Com José Saramago, Deus é Deus; sem ele, Deus permanece Deus!


Pobre homem!


* Artigo do pastor Antônio Mesquita via Blog assembereia de Deus

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

A MARCHA PARA "JESUS" EM SÃO PAULO, É PARA JESUS MESMO?





Em 2009, a Marcha trouxe o tema: "Derrubando Gigantes". O Guia-me perguntou então aos ministros de louvor quais os gigantes que a Igreja brasileira precisava derrubar.
Essa edição também foi a primeira para o vocalista da banda Praise Machine, Ricardo. Para o cantor, a Igreja tem hoje muitos obstáculos a vencer: "Os gigantes maiores são a desunião, que é algo que o Senhor está tratando; e o descaso dos governantes. A Igreja está saindo de um status de um 'movimento' e vai acabar tornando-se um grande mover de transformação em nosso País", disse.
A falta de integridade foi apontada por Kako, baterista do Militantes, como o principal alvo da luta da Igreja: "O pior gigante que a gente tem é a falta de integridade. Infelizmente a gente vê muita coisa errada por aí, tanto na política como dentro das igrejas. Acho importante você não olhar para o erro do seu irmão, o maior desafio é ser servo de Deus e não viver de aparência. A gente vê muito por aí, principalmente no meio da música. Pessoas que vivem por aparência, não vivem verdadeiramente o Evangelho. Está ali, tem um status, faz cara de adorador, de crente, e na verdade o cara é todo torto e errado".
Para o vocalista do Katsbarnea, Paulinho Makuko, os gigantes a serem vencidos não estão apenas no âmbito eclesiástico: "A gente tem que vencer tanta coisa: a hipocrisia, os fariseus, a desigualdade social e a corrupção no País".

Durante a Marcha para Jesus, o Apóstolo Estevam Hernandes, presidente nacional do evento, destacou que a celebração não carrega a bandeira de nenhuma instituição ou igreja.
Neste ano, o público evangélico marchou apoiado pela Lei Federal N° 12.025, assinada pelo presidente Luiz Inácio da Silva, em agosto último. A Marcha para Jesus agora é lei e entrou para o calendário oficial da nação e acontecerá todo ano 90 dias após a Páscoa.
Sobre o tema da Marcha Derrotando Gigantes, o Apóstolo comentou sobre o principal gigante que a igreja cristã brasileira deve derrotar: o da discriminação e dos estereótipos. "Temos uma herança de discriminação, contou ele, referindo-se a um passado de perseguições que a igreja sofreu no país. Meu pastor foi apedrejado e queimaram a Bíblia dele. Quando era criança, o folclore que corria era que os meninos evangélicos não podiam tirar o sapato porque tinham a unha fendida, relembrou referindo-se a outras formas de discriminação que o povo evangélico ainda sofre nestes dias".

Fonte:Cristianismo Radical, Guia-me e Igospel.

COMENTÁRIO (Pr. Juber Donizetti): Estive acompanhando o que alguns blogs escreveram sobre a última Marcha para Jesus. Concordei com os artigos do Pr. Ciro Zibordi (Blog do Ciro), Gutierres (Teologia Pentecostal) e Matias Borba (Encontro com a Bíblia), referente a esse assunto. O que esperar de uma marcha comandada por um casal, com inúmeros processos na justiça? Com certeza, muito show, profetada, empurra-empurra de cantor querendo aparecer mais do o outro, alianças políticas (partidárias ou eclesiásticas). O que representa a Marcha para Jesus hoje no Brasil? Um evento onde os evangélicos, tentam mostrar que ajuntam mais gente do que as missas-show dos padres cantores e a Parada Gay? Minha opinião é que as Marchas, as Mega-Igrejas e Mega-templos, são reflexos de uma igreja rica financeiramente, influente politicamente, que fala, prega e vende em nome de "Jesus". Mas no fundo, ela é o inverso disso tudo e cujo verdadeiro Jesus de Nazaré, está "de fora", batendo a porta.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

HOJE TEM CULTO DE DOUTRINA



Me lembro quando há alguns anos, quando um culto na semana, era chamado de culto de doutrina, ou culto da família, pois o culto de domingo é para pregar para os "pecadores" serem salvos, segundo esta concepção. Hoje aqui no blog, eu quero escrever sobre a maior doutrina, o maior dogma, que muitas vezes não é ensinado, nem vivido. O que era mais importante para Jesus segundo os Evangelhos.
Jesus é Aquele que pode viver tão diferentemente dos padrões vigentes, que pagou o preço de uma existência capaz de ser radicalmente relevante. Sim, Ele é Aquele que mostrava Seu brilho pessoal a poucos, na Transfiguração, mas que não teve vergonha de mostrar Sua dor e verdade humanas a todos, na Cruz!
Quando no meio de todas as tentações que nos assolam formos tentados a deixar o compromisso com a justiça, caindo ou no Moralismo hipócrita ou na indiferença assassina, devemos ter em mente que, para Jesus, a única maneira de viver e encarnar a Sua justiça neste mundo é mediante a vivência radical do amor.
Todos os outros dogmas estão abaixo do amor. Mais importante do que sacrifícios, cultos, Leis, morais, usos e costumes, é o amor, diz Mateus 23.1-23. Mais importante, que o sábado e a tradição, é o amor ao ser humano que está com fome e precisando “meter a mão” em espigas para se alimentar ( Mt. 12.1-8 ), ainda que isto implique, aos olhos dos homens, uma transgressão.
O amor ao ser humano tem de estar acima do amor por coisas, diz Mateus 6:26. É mais decisivo do que o serviço do culto, diz Lucas 10:30-37: O sacerdote passa e não pára, o levita segue e não se importa, é o samaritano quem se agacha para socorrer com amor.
A grande heresia é não amar e não manifestar o amor como vida e Graça para com o próximo!
O amor é mais importante do que o sacrifício, do que a oferta: Mateus 5:23 e 24 diz que antes de se oferecer uma oferta tem-se que sair à procura de relações quebradas, para restaurá-las em amor. Sempre que Jesus fala do amor de Deus, Ele também fala do amor ao próximo. Ele não esquizofreniza o amor. Não permite que seja possível amar a Deus, mas ser indiferente ao próximo; ou amar ao próximo dando a mão de Deus. São perspectivas interligadas e inseparáveis.
Em Marcos 12.31-33 ou Mateus 22.36-39, Jesus afirma peremptoriamente essas duas categorias. É também com base no amor ao próximo que se estabelece, por fim, o critério ômega do juízo (Mt.25.31-46). Naquele “dia” não se perguntará quais eram as suas doutrinas, nem como era a sua forma de batismo, nem qual era a sua religião, nem quantos trabalhos cristãos você fez, nem se perguntará pela sua estatística de “quantos você converteu para Deus na Terra”. Perguntar-se-á se você viu Jesus por aí, com fome, maltratado, com sede, preso, doente, lá numa esquina qualquer.
E as pessoas vão dizer.” Senhor, nós nunca te vimos assim!” E Ele vai dizer: “Sempre que vocês deixaram de atender a um ser humano nesse estado de degradação, de prisão, de dominação, de infelicidade, de angústia e de miséria, vocês deixaram de atender a mim.”
É uma pena que Mateus 25 não seja levado a sério por nós. “Não se esqueçam: é com base no amor ao próximo que se estabelecerá o critério final, o critério ômega do juízo”.

Fonte:www.juberdonizete.blogspot.com

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O propósito da leitura


O propósito da leitura das Escrituras é a total transformação da pessoa. Elas visam a substituir os velhos e destruidores hábitos de pensamento por novos hábitos vivificadores. E o modo de sermos transformados é mediante a renovação da mente (Rm. 12:2). A mente é renovada aplicando-se a ela as coisas que a transformarão.Muitos cristãos permanecem em sujeição a temores e ansiedades simplesmente porque não se beneficiam da leitura. Talvez sejam fieis em sua freqüência à igreja e desejosos de cumprir seus deveres religiosos, mas ainda não estão sendo transformado.O Antigo Testamento instrui no sentido de as leis serem escritas nas portas e nos umbrais das casas, e atadas aos punhos, de sorte que “estejam por frontal entre os vossos olhos” (Deut. 11:18). A finalidade dessa instrução era dirigir a mente de forma repetida e regular a certos modos de pensamento referentes a Deus e às relações humanas. Evidentemente, o Novo Testamento substitui as leis escritas nos umbrais das casas por leis no coração, e nos leva a Jesus, nosso Mestre interior e sempre presente.Devemos encarecer, uma vez, que os arraigados hábitos de pensamento que se formam, conformar-se-ão à ordem das coisas que está sendo estudada. O que estudamos determina que tipos de hábitos devem ser formados por isso é que as Escrituras diz que nos ocupássemos das coisas que são verdadeiras, respeitáveis, justas, amáveis e de boa fama. (Fp. 4:8)“Quem estuda somente os homens, adquire o corpo do conhecimento sem a alma; e quem estuda somente os livros, a alma sem o corpo. Quem adicionar observação àquilo que vê, e reflexão àquilo que lê, está no caminho certo do conhecimento, contanto que ao sondar os corações dos outros, não negligencie o seu próprio”.

Vendo com os olhos de Deus




Bem-aventurados, porém, os vossos olhos, porque vêem; e os vossos ouvidos, porque ouvem. Mat. 13:16. Repetidas vezes o Novo Testamento nos conclama a olhar para as pessoas com os olhos de Deus. Somos convidados a ver as pessoas de uma nova maneira. O apóstolo Paulo afirma isto em II Coríntios 5. Ele escreve sobre Jesus morrendo por todo o mundo, tendo em vista a salvação de cada um dos seres humanos (versos 14 e 15). Ele escreve sobre a diferença que faz o sacrifício, como devemos olhar para as pessoas através do amor de Cristo. Sob essa ótica, passamos a olhar para elas como pessoas por quem Cristo morreu. Você sabe o que isto significa? Significa que essas pessoas têm um valor infinito. Olhar para as pessoas com os olhos da graça. É isso que importa. É isso que faz a diferença neste mundo. Não ficamos fascinados com a embalagem. Olhamos o que existe no interior. Focalizamos aquilo em que as pessoas se tornam. Isto faria diferença no trabalho. Há pessoas no seu local de trabalho que têm tanto para dar, mas que são deixadas em seu canto só por causa da aparência. Faria diferença no casamento. Precisamos ser valorizados por aqueles que estão perto de nós, e precisamos ser valorizados principalmente pelo que há em nosso interior. E faria uma diferença enorme para os filhos. Eles precisam crescer sabendo que são valorizados pelo que existe em seu interior, por seu potencial, por seu caráter. Há muitas coisas no mundo dos adolescentes que falam exatamente o oposto. Eles são classificados pela aparência e pelo desempenho. Querem muito ser aceitos, ser populares. Mas a popularidade é tantas vezes determinada por coisas superficiais e exteriores. Para Deus, o caráter é o que conta. Deus olha para a pureza dos nossos motivos. Ele olha para a sinceridade do nosso coração. Ele olha para a sinceridade de propósito em nossa vida. Quando olharmos com os olhos de Deus, também veremos muito além da superfície. Veremos não meramente o que as pessoas fazem, mas olharemos para a pureza do seu propósito. Veremos o valor de cada indivíduo. Teremos mais consideração para com os que estão próximos de nós. Afinal, eles foram criados à imagem de Deus e remidos pelo Seu sangue.